As origens das marcas de kimono de JJB nos anos 2000
Atama: a tradição pesada
A Atama ficou conhecida por kimonos fortes, com calça grossa e tecido robusto. Era a escolha ideal pra quem buscava resistência em treinos longos e competições. Muitos atletas pro confiaram na marca pela firmeza e qualidade tradicional.
Koral: inovação e estilo competitivo
A Koral trouxe cortes ajustados, modelos leves e pensados para campeonato. Foi considerada uma das melhores marcas da época, indicada pra competidores que queriam um kimono diferenciado, pronto para atender às regras oficiais e acompanhar as novas técnicas.
Keiko Raca: durabilidade sem igual
A Keiko Raca se destacou pelo equilíbrio entre resistência e conforto. Modelos como o Kimono Jiu Jitsu Keiko Raca se tornaram clássicos. Suas versões em preta ou azul eram comuns em academias e campeonatos, sendo parte importante da história do Jiu Jitsu brésilien.
Vulkan: leveza revolucionária
Com tecidos inovadores e gramatura reduzida, a Vulkan ofereceu os primeiros kimonos ultra-leves. Ideal pra atletas pro que precisavam bater peso, foi considerada uma das melhores opções em competições internacionais.
Krugans: pioneirismo e tradição
A Krugans, embora menos popular hoje, foi peça chave na difusão do Jiu Jitsu brasileiro fora do Brasil. Seus modelos eram pesados e resistentes, representando a escola mais tradicional do esporte.
Outras opções da época
Além dessas, surgiram marcas como Kingz, que se consolidou mais tarde, mas já ensaiava seu espaço, e a Kimono In The Guard, que trazia cortes diferentes e designs voltados pra atletas pro. Modelos de faixa Jiu Jitsu Shihan também marcaram presença, voltados aos praticantes avançados e faixa preta.
Saiba mais: Como lavar o seu Kimono Jiu Jitsu?